problema do jogo / grupos de risco |
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Pesquisas feitas sobre os problemas com o jogo sugerem que alguns grupos podem correr maior risco de os desenvolverem ou estar sujeitos a maiores danos originados pelo seu comportamento.
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Em relação aos adultos, os adolescentes têm o dobro das hipóteses de desenvolver problemas com o jogo |
- Adolescentes
Um acesso facilitado ao jogo, a sua elevada aceitação como forma de diversão, a percepção de que permite um acesso rápido a uma vida boa e o elemento de “risco” tornam o jogo atractivo para os adolescentes, com graves consequências sociais, educacionais e emocionais. O jogo nos adolescentes está, geralmente, relacionado com um desempenho académico ou profissional fraco, problemas de saúde mental, problemas com o álcool, outras drogas e comportamentos de alto risco.
Ainda não estão disponíveis as pesquisas que têm sido feitas a longo prazo para nos dizer se o jogo na adolescência se torna, ou não, num problema para toda a vida. |
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Há mais reformados a jogar do que alguma vez anteriormente |
- Reformados
A indústria do jogo já percebeu que os reformados são um mercado importante e incluiu na sua estratégia de publicidade e marketing promoções especiais, deslocações baratas e almoços gratuitos para encorajar os reformados a visitarem os casinos locais. Os reformados gostam de jogar e dizem sentir-se seguros nas instalações bem iluminadas e seguras.
Estatisticamente, os reformados têm menos liquidez para jogar e correm menor risco de desenvolverem problemas com o jogo. No entanto, quando o desenvolvem, as consequências são muitas vezes mais graves, porque estão mais limitados na capacidade de recuperar o dinheiro perdido. Os idosos que tenham perdido recentemente um ente querido, tenham problemas de saúde, que não tenham uma rede social forte, podem correr um maior risco de ter problemas de jogo. |
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Podem ter um risco aumentado de desenvolver problemas com o jogo |
- Novos Imigrantes
Pesquisas sugerem que imigrantes recentes podem ter um risco aumentado de desenvolver problemas com o jogo, motivados pelo stress da imigração, relações sociais e familiares enfraquecidas, solidão e isolamento, dificuldades financeiras, desafios em termos de emprego, barreiras linguísticas e culturais ou um desejo de alcançar rapidamente o sucesso financeiro. |
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Existe pouco conhecimento sobre os padrões de jogo das pessoas com rendimentos mais baixos |
- Pessoas com baixos rendimentos
Existe pouco conhecimento sobre os padrões de jogo das pessoas com rendimentos mais baixos, pois a maioria dos estudos foi realizada por meio de inquéritos telefónicos e muitas pessoas com baixos rendimentos não têm telefone. Há, porém, um estudo que concluiu que as pessoas com baixos rendimentos, apesar de serem as que têm maiores probabilidades de ter problemas com o jogo, são também as que têm menores probabilidades de sequer jogar. Jogam menos, porque não têm um ordenado disponível para isso. Por outro lado, os que o fazem, podem rapidamente incorrer em graves problemas financeiros porque os seus rendimentos são baixos. |
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As mulheres têm problemas com o jogo menos frequentemente do que os homens |
- Mulheres
As mulheres têm problemas com o jogo menos frequentemente do que os homens. Todavia, porque os seus rendimentos tendem a ser mais baixos, podem incorrer em graves problemas financeiros mais rapidamente. Em média, as mulheres ainda ganham menos do que os homens e as mulheres mais velhas e as mães solteiras são particularmente afectadas pela pobreza. Estas situações geram pressões monetárias que podem ser uma grande motivação para as mulheres jogarem.
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Caracteriza-se por muitas dificuldades em limitar o dinheiro e/ou o tempo gasto no jogo, o que conduz a consequências adversas para o jogador, terceiros ou para a comunidade. |
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